Teste sua melhor opção de trabalho


       O teste Laboralidade é um instrumento útil para identificar em qual das três alternativas se enquadra melhor a pessoa testada:  empregado, autônomo ou empresário.  Cada uma exige um perfil completamente distinto que vale a pena ser caracterizado.  Como é a própria pessoa quem define seu perfil o Teste será tão melhor quanto mais corretas forem as características assumidas.

 
      A alternativa “acomodado”, foi adotada em substituição a uma outra que relacionasse com o sentimento de desejo de “segurança”, já que a segurança determinada pelo emprego é, na verdade, uma falsa segurança, pois o empregado pode ser despedido, o que é muito mais violento e traumatizante do que perder uma atividade de autônomo, ou enfrentar problemas com sua própria empresa. Caso trabalhássemos com a idéia de “segurança”, estaríamos valorizando uma vantagem aparente, mas falsa, proporcionada pelo emprego.

  
       Quem assinalar “paciente” está se identificando com uma atividade de emprego, já que o trabalho empresarial não é indicado para quem tem paciência, por essa não ser uma característica dos empresários.  Da mesma forma, quem é “tolerante” não soma pontos para ser empresário, sabidamente uma atividade que não convive bem com tolerância, por ser voltada para a competição, que pressupõe excelência.

 
      Cada alternativa oferecida para escolha foi analisada e pensada nos três contextos e valorizada de acordo com as características de cada uma das atividades propostas, valendo aqui as observações e restrições contidas na Introdução deste site.

 
      O empregado típico deverá atingir uma percentagem igual ou muito próxima dos 100%, o mesmo acontecendo com o perfil típico do empresário.  No caso do autônomo, o resultado não é tão definido já que essa atividade envolve um pouco de perfil empresarial e um pouco de emprego.  Assim sendo, um autônomo típico deverá ser um pouco empresário, um pouco empregado, e um pouco autônomo.  

     O maior valor de um Teste é obrigar a pessoa a pensar em si mesma, como se olhasse num espelho. Caso ela não goste da imagem, pode atribuir à distorção do cristal, mas pode ser também que ela não se aceite como é, o que seria o primeiro passo para alguma mudança de valores e comportamentos, visando ajustar a realidade ao seu imaginário.