Co-laboradores autônomos
Desempregados, aposentados, e empregados antigos, possuem um excelente mercado de trabalho.
O desempregado, principalmente com mais de 40 anos de idade, dispõe de um patrimônio pessoal representado pela experiência e maturidade, que dificulta a obtenção de novo emprego, mas viabiliza o ingresso no mercado de trabalho como co-laborador autônomo.
O aposentado, para evitar a terrível e mortal "aposentopatia", precisa se manter ativo, e a solução mais conveniente, sem os riscos de ser um empreendedor tardio, é se tornar um co-laborador autônomo.
O empregado antigo, desgastado no seu relacionamento com o emprego, situação essa fácil de ser identificada quando "sonha" com a aposentadoria, deve negociar sua despedida e continuar co-laborando com a empresa, como autônomo.
Para as empresas, a vantagem é poderem contar com uma pessoa experiente, sem custo fixo, sem encargos trabalhistas, atuando em áreas fundamentais como supervisão de pontos de venda; assistência aos fornecedores terceirizados; transformação de resíduos industriais em produtos vendáveis; processamento à distância de rotinas administrativas essenciais; treinamento de novos funcionários; acompanhamento de processos administrativos, como despachante; remanejamento físico de setores; implantação de franquias; abertura de novos parceiros terceirizados; redução de custos de produção dos terceirizados; visitas de pós-venda; avaliações de revendedores e fornecedores, e tantas outras atividades essenciais, que são muitas vezes descuradas.
A remuneração do co-laborador autônomo deve ser variável, sem componente fixo de qualquer espécie, sem horário de trabalho, sem exclusividade, sem subordinação a ninguém, e baseada numa participação percentual da economia obtida ou do aumento conseguido de receita, ou vinculada a uma atividade específica, realizada sob encomenda.
** Artigo enviado em 11/02/07 para publicação no Jornal do Comércio (RS)
O desempregado, principalmente com mais de 40 anos de idade, dispõe de um patrimônio pessoal representado pela experiência e maturidade, que dificulta a obtenção de novo emprego, mas viabiliza o ingresso no mercado de trabalho como co-laborador autônomo.
O aposentado, para evitar a terrível e mortal "aposentopatia", precisa se manter ativo, e a solução mais conveniente, sem os riscos de ser um empreendedor tardio, é se tornar um co-laborador autônomo.
O empregado antigo, desgastado no seu relacionamento com o emprego, situação essa fácil de ser identificada quando "sonha" com a aposentadoria, deve negociar sua despedida e continuar co-laborando com a empresa, como autônomo.
Para as empresas, a vantagem é poderem contar com uma pessoa experiente, sem custo fixo, sem encargos trabalhistas, atuando em áreas fundamentais como supervisão de pontos de venda; assistência aos fornecedores terceirizados; transformação de resíduos industriais em produtos vendáveis; processamento à distância de rotinas administrativas essenciais; treinamento de novos funcionários; acompanhamento de processos administrativos, como despachante; remanejamento físico de setores; implantação de franquias; abertura de novos parceiros terceirizados; redução de custos de produção dos terceirizados; visitas de pós-venda; avaliações de revendedores e fornecedores, e tantas outras atividades essenciais, que são muitas vezes descuradas.
A remuneração do co-laborador autônomo deve ser variável, sem componente fixo de qualquer espécie, sem horário de trabalho, sem exclusividade, sem subordinação a ninguém, e baseada numa participação percentual da economia obtida ou do aumento conseguido de receita, ou vinculada a uma atividade específica, realizada sob encomenda.
** Artigo enviado em 11/02/07 para publicação no Jornal do Comércio (RS)